FFP21_HD_MEMORIAS_1.jpeg

SPECIAL SESSIONS PETER FREUND

Retracted Cinema

CURETED BY PETER FREUND

EXPERIMENTAL FILMS 15H20 - CINEMA TRINDADE - 55’  

 

This program of “Retracted Cinema” poses a contrast with the expansionist, annexational logic of the “Expanded Cinema” by presenting works that fold found or archival footage back on itself in the manner of a conceptual origami. The artists use algorithms to perform these re-edits that embody a politics and aesthetics of the non-orientable surface. This one-hour program presents fifteen experimental shorts that focus on recontextualizing found or archival footage via algorithmic intervention. These works of “Retracted Cinema” depart from the well-established practices of “Expanded Cinema” in which film materials are recontextualised via the supplementation of and collision with additional materials and extrinsic media, such as live performance. By contrast, the works presented in the Retracted Cinema program use the appropriated film material itself as the site and means of auto-re contextualisation. The results are achieved by applying a set of rules or constraints (an algorithm) that governs a repeatable (iterative) array of transformations. In this way, the artistic conception forges a bridge linking the algorithmic impulses within the traditions of avant-garde cinema, literature and visual art – more specifically, the détournement of found-footage (recycled cinema) and an “inverted” expanded cinema, OuLiPo (Ouvroir de littéra ture potentielle) and conceptual art (from Duchamp to Sol Lewitt, Hanne Darboven et al). Digital projection. Copies and software courtesy of the artists. A program curated by Peter Freund. 

 

BIOGRAPHY 
Peter Freund is usually working on something else. He writes to avoid making art and makes art to avoid writing. He is a sometimes curator so as to avoid his own work, but usually that inspires him to write or make art. He is co-founder of the Barcelona-based artist collective, Adversorecto, which uses “retraction” as a working method for producing individual and collaborative works. www.peterfreund.art
 

HAPPY AGAIN 

GREGG BIERMANN

2006 | USA | 5' 

Happy Again é um estudo de movimento da era digital inspirado na obra “cronofotográfica” de Etienne-Jules Marey. A cena marcante do musical hollywoodiano Serenata à Chuva é dividida em sete camadas. Cada camada move-se a uma velocidade diferente e é visível igualmente em sobreposição. No ponto central, a nível temporal, todos os elementos visuais e de áudio fundem-se num único fotograma. O resultado revela um novo cinema, música e dança que estão cravados dentro da sequência icónica familiar. “Em Happy Again, Gregg Biermann reproduz sete clipes do icónico número de dança de Gene Kelly, de Serenata à Chuva, cada um ligeiramente fora de sincronia. Assistir aos gestos repetidos e ângulos da câmara é como olhar para um túnel do tempo” – James Kalm, The Brooklyn Rail. “Neste trabalho, Gregg Biermann dedicou-se a alguns dos momentos supremos do cinema clássico e submeteu-os a uma transformação deslumbrante, no campo do digital. Os resultados são emocionantes, surpreendentes passeios de força. Apresentam igualmente “uma qualidade cómica” que evidenciam a imaginação espirituosa do artista. É um indagador nos cantos ocultos do cinema, e um mestre da magia informatizada.” – Larry Gottheim 

BIOGRAFIA 
O meu trabalho parte da tradição avant-garde do cinema como arte visual. Acredito que os artistas inspirados pelo espírito dos filmes históricos avant-garde conseguem, adotando novas tecnologias, manter-se vitais. A criação de novas ferramentas muitas vezes determinou desenvolvimentos estéticos inovadores, na arte e na música. Consequentemente, procurei novas tecnologias para descobrir fronteiras intactas que deixaram de estar disponíveis para realizadores de cinema celulóide interessados em explorar a forma. A maioria desses trabalhos não poderia ter sido realizada em períodos anteriores e está fortemente ligada à computação gráfica, ao vídeo digital e à animação. O significado da tecnologia digital para o cinema reside na sua capacidade de copiar, alterar, mascarar, fragmentar, sobrepor, transformar, refletir, transmitir e reformular. (Gregg Biermann) 

PSYCHO 60/98 

BLANCA REGO 

2016 | SPAIN | 6'30'' 

Psycho (1960) de Alfred Hitchcock e Psycho (1998) de Gus Van Sant colidem numa edição frame-by frame que ataca os olhos e assassina a consciência normativa do espectador. As imagens parecem penetrar em nós, como se fossem uma faca ou uma entidade fantasmagórica ameaçadora. A rápida sucessão de fotogramas únicos e arquivos de áudio extremamente curtos produzem imagens posteriores e pós-som — fenómenos entópticos e endaural — criando um filme que não acontece na tela, mas nas nossas células nervosas. 

BIOGRAFIA 
Cineasta e produtora de noise, também conhecida por_blank. Estudou cinema, animação e arte digital. Atualmente, trabalha a relação entre imagem e som, com influências tanto do cinema experimental, como da música eletrónica. As suas obras foram exibidas em diversos centros de arte e festivais, incluindo o The Exploratorium (São Francisco), ZKM (Karlsruhe), Barbican Centre (Londres,) e o Museu Reina Sofía (Madrid). Também trabalha como escritora e tradutora para revistas e organizações culturais. Faz a curadoria de exibições de filmes para festivais internacionais como Curtocircuíto, e também organiza palestras sobre cinema experimental e arte multimédia. 

HOME MOVIE HOLES 

ALBERT ALCOZ 

2009 | SPAIN | 3' 

Home Movie Holes recupera fragmentos de curtas- -metragens amadoras que decorrem num ambiente doméstico, decompostos de forma sistemática. Destacando os buracos iniciais de vários rolos de 8mm, esta peça é estruturada como uma revisão nostálgica do processo de digitalização de imagens. Este filme materic é editado sob um método preconcebido que revela a fragilidade da memória. 

BIOGRAFIA 
Albert Alcoz (Barcelona, 1979) é um cineasta, investigador e curador de filmes experimentais. É Doutorado em Teoria Cinematográfica, Análise e Documentação pela Universidade Pompeu Fabra de Barcelona (2016) e professor associado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona. Publicou os livros Resonancias fílmicas, El sonido en el cine estructural (1960-1981) (Shangrila, 2017) e Radicales libres, 50 películas esenciales del cine experimental (UOC, 2019). Colabora regularmente com HAMACA, Xcèntric, LOOP y A*Desk enquanto codirige projetos audiovisuais autogeridos, como o Venusplutón! (2008-2013), editora de DVD Angular (2015), ciclo de projeção CRANC (2016-2020) ou o blogue Visionário Film (2006-2021). Autor de filmes e vídeos, desde 2005, que já foram exibidos em inúmeros festivais internacionais e em centros de arte. 

JD 

KEITH SANBORN 

2010-2022 | USA | 1'40'' 

(Energy of Delusion) Flaubert disse que a arte do futuro situar-se-ia entre a álgebra e a música. Eis um futuro possível. A energia ilusão é um museu de cinema subjetivo, com algumas das obras mais sedutoras e exigentes, compressas num minuto. Varia de 1 a 1,001 elementos fílmicos (mais dois elementos textuais), instaladas em 10 iPads a reproduzir filmes em retrocessos assincronicamente, criando “uma montagem estocástica”. Aqui será possível ver três elementos de cada vez, com base, respetivamente, em La Jetée de Chris Marker, La société du spectacle de Guy Debord e Jeanne Dielman, 23 Quai de Commerce, 1080 Bruxelles de Chantal Akerman. Todos os títulos dos elementos encriptam o título do filme original e a sua duração em minutos. Os créditos finais encriptam o(s) nome(s) do autor do filme e uma assinatura da revisita. Os efeitos desta seleção, compressão e encriptação variam com cada espectador: desde a repulsão abrupta, à fascinação frenética, à noção estática de um alcance temporal vasto num mero instante. O título do projeto ecoa a frase de Tolstoy citada por Shklovsky em Energy of Delusion. 

BIOGRAFIA 
Keith Sanborn é um artista no domínio das Media Arts, teórico e tradutor. Divide o seu tempo entre Brooklyn e Catskill, Nova Iorque. A sua prática artística inclui cinema, vídeo, fotografia, instalação e performance. O seu trabalho tem sido tema de inúmeros espetáculos de one-person (pessoa singular) e tem sido destaque em levantamentos importantes de museus, incluindo a Bienal de Whitney (duas vezes), o Século Americano e Monter/Sampler (Centre Pompidou) e festivais como EMAF, OVNI e The Rotterdam International Film Festival. O seu trabalho teórico foi publicado no Artforum, várias antologias e catálogos de exposições para o MoMA, a Cinemateca de São Francisco e outros. Traduziu para o inglês obras de Debord, Viénet, Wolman, Bataille, Napoleão, Gioli, Peixoto, Brecht, Farocki, Kuleshov e Shub. Lecionou em Princeton, Columbia, Bard, UCSD, SUNY/Buffalo, New School e San Francisco Art Institute, entre outros. Hoje em dia, ignora ditosamente a academia e consagra o seu tempo à sua carreira intelectual e artística. 

NATUREZAS MORTAS (EM SEIS MOVIMENTOS) 

VITOR MAGALHÃES 

2019-20 | PORTUGAL | 6’30’’ 

O filme está estruturado em sequências de fotogramas encontrados de um grupo heterogéneo de cerca de 70 filmes, nos quais, em determinados momentos, os atores permanecem ocultos pela câmara. Nestes momentos, ou naqueles instantes imediatamente antes de os atores entrarem no set, somos confrontados apenas com os cenários. Estes cenários sugerem, assim, instantes de pausa, naturezas mortas em intervalos de montagem. Divididos em seis “capítulos”, ou “movimentos”, cada um colocando uma questão diferente (na verdade, redigidas como afirmações, mas convertidas em perguntas), funcionam como salas de pensamento, como mundos dentro de mundos enredados na complexa condição humana (demasiado humana!). As frases suspendem, deliberadamente, o significado e relacionam-se, de formas muito diversas e associativas, com distintos conteúdos presentes nos fotogramas imersos em luz e objectos (salas com cadeiras, mesas, candeeiros, televisores, roupas, livros, etc., ou espaços onde a atenção recai nas portas, em escadas, ou corredores). Sem a presença da figura humana, a mais elevada manifestação visual e sonora no cinema narrativo, os objectos e os ambientes dos décors oferecem um vasto leque de possibilidades entre texto (perguntas) e imagem (planos), como um livro aberto. 

BIOGRAFIA 
A sua prática artística abrange diferentes áreas: instalação, desenho, fotografia, vídeo e arte sonora. Os processos de memória numa leitura arqueológica e crítica dos modos de representação da realidade; a acção do tempo em contextos trans-narrativos; a desconstrução fenomenológica e antropológica dos objectos e dos lugares; as relações entre imagem e texto; e a praxis conceptual-diagramática, são alguns dos temas e metodologias de trabalho adoptadas no desenvolvimento dos seus projectos. É professor na Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira. www.v-magal.com 

17-17 

GONZALO EGURZA 

2017 | ARGENTINA | 5:10 

2017 marca o 100.º Aniversário da Revolução Russa. A cena de repressão nas escadarias de Odessa, no filme de Sergei Eisenstein, O Couraçado Potemkin, é caoticamente reorganizada usando um algoritmo digital. Criando, assim, uma montagem aleatória e singular. 

BIOGRAFIA 
A sua produção artística em Cinema, Vídeo e Multimédia foca-se na pesquisa como um processo de criação, onde ensaia reflexões sobre o arquivo de família, found-footage, tradição, processos sociopolíticos e a história do cinema. Utilizando o crossover entre formatos audiovisuais, como meio para o desenvolvimento do pensamento crítico. Foi premiado com o 1.º prémio na edição de 2011 do Festival Internacional de Cine Independiente de La Plata; O prémio à criação argentina na Bienal de la Imagen en Movimiento (BIM); Menção honrosa no 22.ª Curtas Vila do Conde; e o prémio do público na FEDAXV 2015. Nascido em Buenos Aires em 1984, formou-se na Universidad del Cine, em Buenos Aires, onde estudou direção cinematográfica. Docente na Universidad del Cine [FUC] e na Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), é igualmente membro fundador do Colectivo ARKHÉ, onde reúne grupos de investigação, ensino, gestão e produção de obras audiovisuais. 

¿QUÉ ES LO QUE VES, YOLO9000? 

TALLER ESTAMPA 

2017-2018 | SPAIN | 3’ 

YOLO9000 é uma rede neuronal de reconhecimento de objetos treinada com um conjunto de dados de 9.418 palavras e milhões de imagens. É uma das muitas ferramentas de visão artificial que estão a ser desenvolvidas, projetadas para anotação automática de imagem. What do you see, YOLO9000? [O que vês, YOLO9000?] é uma investigação audiovisual heterodoxa dos seus mecanismos, possibilidades e realidade. Com base no projeto The Bad Pupil. Critical pedagogy for artificial intelligences (Estampa, 2017-2018). 

BIOGRAFIA 
Estampa é um grupo de realizadores, developers e investigadores da área do audiovisual experimental e meios digitais. A nossa prática baseia-se numa abordagem crítica e arqueológica às tecnologias audiovisuais, no que toca a possibilidades de ferramentas interativas e recursos a animação experimental. Desde 2017, umas das nossas linhas de trabalho trata das aplicações e ideologias da Inteligência Artificial. www.tallerestampa.com

MEDIA_TRASH01 

EUGENIO TISSELLI 

2002 | SPAIN | 3’40’’ 

Media_Trash01 (2002) Se considerarmos os anúncios publicitários analógicos de televisão, dos anos 90, como media trash [“lixo multimédia”], o que acontece quando os submetemos a um processo de reciclagem digital? Neste vídeo, dois anúncios feitos para o público espanhol (fraldas e detergente de loiça) foram digitalizados, divididos em fotogramas, pixelizados e, algoritmicamente, manipulados e misturados usando o MIDIPoet, um software personalizado para interação em tempo real com textos e imagens. As legendas do vídeo, tiradas de A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord, sugerem que, mesmo depois de reciclado, o espetáculo mantém-se semelhante a si mesmo. Media trash transforma-se em novo media trash. 
Media_Trash01 (2002) If we consider analog

BIOGRAFIA 
Eugenio Tisselli faz programação como prática da escrita e escreve poemas imaginados como séries de procedimentos algorítmicos. Neste ramo híbrido, desenvolveu ferramentas de escrita como MIDIPoet ou Poesia de Computação Assistida. Publicou as suas obras em diferentes formatos multimédia e apresentou-as em festivais internacionais, conferências e exibições, e vai descarregando as suas peças e textos no seu website. 

TORVIX: PATE RISXAS 

ELOI PUIG 

2020 | SPAIN | 2’15’’ 

PaTe Risxas pertence ao projeto audiovisual chamado Torvix, que é composto por um grupo de vídeos descarregados do YouTube. Nos vídeos, é possível ouvir uma voz a discursar ou a cantar uma música. Torvix (text-order-video) é um programa de software simples que reorganiza a edição original de um vídeo, em 26 partes, de acordo com a transcrição do áudio do vídeo. Torvix organiza cada vídeo por ordem alfabética. A reedição é uma resposta que mistura a sequência original tendo em conta as letras que surgem no áudio transcrito do vídeo. Desta forma, o vídeo original é totalmente e aparentemente misturado. 

BIOGRAFIA 
Eloi Puig é artista e professor na Faculdade Belas Artes da Universidade de Barcelona. Doutorado em Belas Artes, em 2005, com a tese Alear: Processual-Random Art. Randomness in Computer-art. Especialista em arte impressa, digital e uso manipulado do acaso e do ensino através de metodologias “partilhadas”. As suas linhas de investigação atuais estão relacionadas com a transdisciplinaridade, com vários projetos que exploram os nexos da arte e da ciência, e a interpretação de conceitos de código e tradução. 

DE-DRAMATIZATION ENGINE 

BARBARA LATTANZI

2006 | USA | 5’ 

Titulo Completo / Full Title: Optical Dedramatization Engine (ODE) applied in 40-hour cycles to Thomas Ince’s The Invaders, 1912 
Este trabalho de cinema experimental e generativo é uma adaptação, concebida através de um software, do filme mudo de 1912, The Invaders, de Thomas Ince. O software é executado em tempo real para projeção em tela. O filme original, The Invaders, decorre na década de 1860, durante o período do expansionismo americano e a construção da ferrovia transcontinental dos EUA. A Union Pacific Railroad Company atrai os seus agrimensores terrestres para o território Sioux, com a cumplicidade e proteção do Exército dos EUA. Em resposta à revogação do tratado assinado com o governo dos EUA, os membros da Nação Sioux unem-se a Cheyenne e lutam contra os invasores europeu-americanos. 

BIOGRAFIA 
A prática artística de Barbara Lattanzi começou em Chicago, onde frequentou a School of the Art Institute e estudou com o pintor imagista Ray Yoshida, e participou nas palestras de cinema de Stan Brakhage. Mais tarde, estudou com Hollis Frampton e Tony Conrad, no Center for Media Study (Buffalo, Nova Iorque). De 2006 a 2020, foi professora no domínio das Media Arts, no New York State College of Ceramics, Alfred University. Barbara Lattanzi produziu obras num vasto leque multimédia – filmes, vídeos, instalações, arte da Internet, software personalizado e animação computacional.  As suas obras integraram exposições no Whitney Museum of American Art (Nova Iorque), Block Museum of Art (Northwestern University, Chicago), Microscope Gallery (Nova Iorque), Watershed Film and Media Center (Bristol, Inglaterra), e muitos outros. Atualmente, reside na Vila de Alfred, estado de Nova Iorque. 

FLOATING POINT 

PETER FREUND 

2020 | USA | 6’ 

Floating Point é uma obra do cinema algorítmico que reapresenta uma cena icónica de 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick. Apresentado “ao vivo” como software de um computador, o filme tabula em tempo real as 25 (25) cenas da sequência original num sistema de rede criado a partir de uma geometria impossível. 

BIOGRAFIA 
Peter Freund geralmente está ocupado com outros trabalhos. Peter escreve para esquivar-se de fazer arte e faz arte para esquivar-se de escrever. Às vezes, para esquivar-se do seu próprio trabalho, também é curador, embora, tendencialmente, isso o inspire a escrever ou a fazer arte. É cofundador do coletivo de artistas, com sede em Barcelona, Adversorecto, cujo método de trabalho para produzir trabalhos individuais e de colaboração, em diversos meios, é a “retração”. www.peterfreund.art 

LA JETÉE 

KEITH SANBORN 

2010-2022 | USA | 1'40'' Ver Energy of Illusion e biografia de Keith Sanborn em JD.

1.618 THINGS I KNOW ABOUT HER 

E.P. 

2020 | SPAIN | 2’ 

1.618 Things I Know About Her mobiliza a lógica preditiva subjacente à machine learning [Aprendizagem Automática] de texto para regenerar, scan-line por scan-line, o filme 1967 de Patterson-Gimlin, que supostamente documenta um Sasquatch ou Yeti a deambular na floresta perto de Bluff Creek, Califórnia. 

BIOGRAFIA 
E.P. é um artista de práticas colaborativas, de Barcelona, que concebe obras inspiradas em OuLiPo, na área do cinema, texto e performance. Um grupo cujos membros exploram a lógica das (auto)restrições utilizando processos analógicos e digitais. 

SOS 

KEITH SANBORN 

2010-2022 | USA | 1'40'' 

Ver Energy of Illusion e biografia de Keith Sanborn em JD.