Projeções Imperfeitas Oficina

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17:OUT 13h30–15h00 90'
Batalha Centro de Cinema

Nesta oficina de criação e experimentação com imagem em movimento, os participantes exploram cor, luz, som e montagem através da manipulação de películas de 16mm, Super 8 e retroprojetores. A partir de fragmentos de filmes em Super 8 - incluindo filmes de animação, desenhos animados e imagens captadas em diferentes épocas - as crianças experimentam formas de transformar, combinar e reinventar imagens em movimento. Ao longo da oficina, irão descobrir como a luz, a projecção e o som podem criar novas narrativas e atmosferas. Entre experiências, acidentes felizes e descobertas inesperadas, o grupo construirá colectivamente um pequeno filme-performance, onde cada participante contribui para uma composição visual e sonora única em tempo real. Uma viagem pela magia do cinema analógico, entre a invenção, a descoberta e o prazer de criar em conjunto. No final do projetamos o resultado final.

 

OFICINA INFANTIL 
(6-11 ANOS)

Inscrição

€12,00

Créditos da Imagem: Pedro Bastos

 

 

Tânia Dinis

Tânia Dinis (Vila Nova de Famalicão, 1983) é realizadora e artista. O trabalho desenvolve-se entre o cinema experimental e documental, cruzando imagem de arquivo, memória familiar, práticas performativas e estética relacional, com especial atenção a histórias protagonizadas por mulheres e a contextos de trabalho invisibilizados.

Frequenta o doutoramento em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), onde concluiu o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2015). Os filmes têm sido reconhecidos em contexto nacional e internacional. Destacam-se o filme Tão pequeninas, tinham o ar de serem já crescidas (Melhor Curta Portuguesa no IndieLisboa e Melhor Documentário Português no MDOC, 2024; Melhor Documentário no Rome Independent Cinema Festival e Prémio Porto Femme International Film, 2025; Prémio do Público na Mostra Internacional de Cinema Etnográfico do Museo do Pobo Galego), Laura (Melhor Filme no Arquivo em Cartaz – Brasil, 2017) e Não são favas, são feijocas (2013), distinguido com mais de dez prémios em festivais como Curta 8, Cortéx, Mulheres do Mediterrâneo e Dresdner Schmalfilmtage. Paralelamente ao cinema, desenvolve projetos de criação artística e investigação como Operariada, Corpografia, Álbuns de Guerra, Linha de Tempo e Morada Aberta, em coprodução com instituições como a DGARTES, CIAJG, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Oficina, Teatro Experimental do Porto e Solar – Galeria de Arte Cinemática de Vila do Conde.